Economia→ Conceito
A palavra economia origina-se na Grécia clássica. Tem como significado a administração do bem público. A preocupação básica da ciência econômica é estudar os recursos produtivos que são escassos, limitados, enquanto as necessidades humanas são ilimitadas. Neste sentido, a função da economia é alocar os processos da melhor forma possível, ou seja, otimizando-os, minimizando os custos de produção e maximizando a rentabilidade.
XRecursos produtivos escassos. Escassez → escolha:
1- o que e quanto produzir?
2- como produzir?’
Necessidades humanas ilimitadas. 3- para quem produzir?
1- o que e quanto produzir?
2- como produzir?’
Necessidades humanas ilimitadas. 3- para quem produzir?
Organização da Estrutura Econômica
A estrutura econômica pós – Revolução Industrial se apresenta em dois níveis, isto é:
1-Economia de Mercado ou Descentralizada (tipo capitalista);
2-Economia Planificada ou Centralizada (tipo socialista);
2-Economia Planificada ou Centralizada (tipo socialista);
No âmbito da estrutura capitalista temos:
A) Sistema de concorrência pura ou perfeita (sem a presença do Estado):
A) Sistema de concorrência pura ou perfeita (sem a presença do Estado):
Neste modelo o equilíbrio dos preços é reduzido através do mercado. Não há a intervenção do Estado, o chamado “Laissez – Faire”, como se existisse uma “mão invisível” que levaria ao equilíbrio. Esta concepção tem como premissa:
→ Excesso de oferta (escassez de demanda): há uma grande quantidade ofertada de bens e serviços, competição inter-capitalista e os preços tendem a cair até atingir o equilíbrio.
→ Excesso de demanda (escassez de oferta): há uma grande fila de consumidores para bens e serviços e os preços tendem a subir até atingir o equilíbrio.
A- O que e quanto produzir?
Será resolvido no âmbito dos consumidores pelo cruzamento de oferta e demanda.
B- Como produzir?
É uma questão de eficiência produtiva, dotação tecnológica, Know-How. Será resolvido no âmbito das empresas.
C- Para quem produzir?
Caracteriza-se por priorizar a produção de bens em detrimento de outros.
Imperfeição do modelo de concorrência pura ou perfeita
A partir da Revolução Industrial (Século XVIII), a economia vai tornando-se mais complexa; o número de variáveis se elevam e o modelo agrícola vai gradativamente sendo substituído pelo modelo industrial. Neste sentido podemos observar:
· Só apresenta a economia de maneira muito simplista, na visão de agentes econômicos;
· Os preços nem sempre atingem o equilíbrio através do mercado, pois:
· A pressão dos Sindicatos pela elevação dos salários compromete a economia, pois o salário é um preço que remunera a mão de obra;
- O poder dos oligopólios, monopólios, que ao formarem cartéis, interferem nos preços.
- O governo pratica intervenção na economia através de:
- Preços mínimos;
- Política Salarial;
- Política Monetária;
- Política Cambial;
- Política Fiscal.
- Os setores estratégicos, de infraestrutura exigem altas inversões de capital e apresentam taxa interna de retorno de longo prazo. Neste contexto, o Estado nos países em desenvolvimento supriu o setor privado, investindo, complementando o investimento. Os setores de infraestrutura são: hidroelétricas, aeroportos, portos, refinarias, siderúrgicas, industria químicas e usinas nucleares.
- As empresas não tem preocupação com a distribuição de renda, aspectos distributivos, mas sim com a maximização do lucros.
B) Sistema de Economia Mista (Com interferência do governo)
Por aproximadamente 150 anos a economia mundial esteve sob a tutela do modelo de economia clássica (oferta/procura). Este modelo teve início na segunda metade do século XVIII, indo até os anos 20 do século XX. A partir do século XIX, a economia vai tornando-se mais complexa, o número de variáveis se eleva, ou seja o surgimento dos oligopólios, monopólios, sindicatos, complexidade do sistema financeiro e do comércio internacional.
A Crise de 1929, na bolsa de Nova York trouxe à tona a incapacidade do modelo clássico em responder teoricamente a crise que estabeleceu.
Os teóricos clássicos afirmavam ser uma crise de mercado, em que a oferta/procura iria restabelecer o equilíbrio. Todavia, a crise perdurou por anos (1934/35). Um economista emergente do modelo clássico, Keynes, irá propor que o Estado interfira na economia á fim de trazê-la ao equilíbrio. O chamado Princípio da Demanda Efetiva. Segundo Keynes, “ O volume de emprego em uma economia é determinado pela produção nacional, seu PIB, este é determinado pela demanda agregada ou efetiva”. Com esta premissa, Keynes rompe o modelo clássico de Say - “ Toda oferta cria a sua própria procura”. Ao Estado caberá equilibrar a economia através:
- Da prática de preços mínimos, política fiscal, monetária, subsídios, impostos;
- Complementando investimentos nos setores de infraestrutura;
- Formação de preços públicos, como água, energia, saneamento.
- Fornecimento de bens públicos que não são vendidos pelo Estado. Saúde, educação, justiça, segurança;
- Adquirindo bens e serviços do setor privado. O governo é o maior tomador e emprestador de recursos.
Macroeconomia: Conceito
→ Câmbio: conceito
Consiste em uma troca de unidade monetária. É a transferência do poder de compra do presente para o futuro, consiste em uma forma de riqueza, ou seja, o preço de um ativo financeiro. O modelo cambial subdivide-se em três níveis, a saber: Câmbio fixo, câmbio flutuante e câmbio semi-fixo ou bandas cambiais.
Câmbio Fixo: Modelo de política cambial no qual o preço ou o ponto de equilíbrio é fornecido pelo governo, através da autoridade monetária. Nesse modelo a moeda do país tende a tornar-se sobrevalorizada em relação à moeda de referência. Neste sentido o país fica suscetível a ataques especulativos, assim como tende a apresentar déficit na balança comercial (importação/exportação). Particularmente, o Brasil optou por esse modelo em 1994, quando implementou o Plano de Estabilização Econômico (Plano Real).
Câmbio Flutuante: Neste modelo cambial, o preço ou ponto de equilíbrio é fornecido pelo mercado, isto é, pela oferta e procura de moeda estrangeira. Neste modelo a moeda tende a aproximar-se do valor de mercado e o país deverá apresentar um “mix” das políticas cambial, monetária e fiscal. O Brasil retomou esse modelo em 1999 quando houve a maxidesvalorização do real.
Câmbio Flutuante: Neste modelo cambial, o preço ou ponto de equilíbrio é fornecido pelo mercado, isto é, pela oferta e procura de moeda estrangeira. Neste modelo a moeda tende a aproximar-se do valor de mercado e o país deverá apresentar um “mix” das políticas cambial, monetária e fiscal. O Brasil retomou esse modelo em 1999 quando houve a maxidesvalorização do real.
Graficamente:
1-Qual o objeto de estudo da microeconomia?
Formação de preços de bens e serviços e de fatores de produção em mercados específicos.
1-Qual o objeto de estudo da microeconomia?
Formação de preços de bens e serviços e de fatores de produção em mercados específicos.
2-O que é demanda?
É a quantidade de bens ou serviços que os consumidores desejam adquirir.
É a quantidade de bens ou serviços que os consumidores desejam adquirir.
3-O que é oferta?
É a quantidade que os produtores desejam oferecer ao mercado.
É a quantidade que os produtores desejam oferecer ao mercado.
4-Defina equilíbrio de mercado.
É a interação das curvas de demanda e de oferta, que com a lei de oferta e da procura tende a esse equilíbrio.
É a interação das curvas de demanda e de oferta, que com a lei de oferta e da procura tende a esse equilíbrio.
5-O que é elasticidade?
É a “ferramenta” que reflete a reação de uma variável quando ocorrem alterações em outra variável.
É a “ferramenta” que reflete a reação de uma variável quando ocorrem alterações em outra variável.
6-O que significa a hipótese coeteris paribus?
É a reação de uma variável quando ocorrem alterações em outras variáveis.
É a reação de uma variável quando ocorrem alterações em outras variáveis.
7-Como se divide o estudo microeconômico?
Análise da demanda, análise da oferta, análise das estruturas de mercados e teoria do equilíbrio geral.
Análise da demanda, análise da oferta, análise das estruturas de mercados e teoria do equilíbrio geral.
8-Como o governo pode interferir no equilíbrio de mercado?
Tal interferência se dá através da formação de preços do mercado, dos reajustes salariais, da fixação de preços mínimos para os produtos agrícolas, nos tabelamentos e no congelamento de preços e salários.
Tal interferência se dá através da formação de preços do mercado, dos reajustes salariais, da fixação de preços mínimos para os produtos agrícolas, nos tabelamentos e no congelamento de preços e salários.
9-Qual a diferença entre utilidade total e utilidade marginal?
O total é obtido por meio do quociente entre o custo total e a quantidade produzida, já o marginal é dado pela variação do custo total em resposta a uma variação da quantidade produzida.
O total é obtido por meio do quociente entre o custo total e a quantidade produzida, já o marginal é dado pela variação do custo total em resposta a uma variação da quantidade produzida.
10-Quais as estruturas do mercado de bens e de serviços?
As estruturas se dividem no número de empresas, no tipo de produto e nas barreiras que se encontra no acesso de novas empresas para o mercado.
As estruturas se dividem no número de empresas, no tipo de produto e nas barreiras que se encontra no acesso de novas empresas para o mercado.
11-Quais as estruturas do mercado de fatores de produção?
Concorrência perfeita no mercado de fatores, monopólio na compra de insumos (monopsônio), oligopólio na compra de insumos (oligopsônio) e monopólio bilateral.
Concorrência perfeita no mercado de fatores, monopólio na compra de insumos (monopsônio), oligopólio na compra de insumos (oligopsônio) e monopólio bilateral.
Balança de Pagamentos: Conceito
É o registro contábil de todas as operações que um país realiza com o exterior. O balanço de pagamentos subdivide-se em balanço de transações correntes que engloba a Balança Comercial (importações/ exportação) e a balança de serviços (juros, amortização, royalties, seguro, frete).
Outro item da balança são as transferências unilaterais (donativos de guerra, residentes e não residentes). A balança de pagamentos contempla também a balança de capitais (ingresso de capitais – IDE, empréstimo do FMI, BIRD, empréstimo em moeda estrangeira).
Através das importações temos a compra de moeda estrangeira. Uma empresa importa bens e deverá quitá-los em moeda estrangeira, geralmente dólares, saindo “moeda forte” do país. Outro fator é quando as filiais remetem royalties para as matrizes.
Através das exportações temos a venda de moeda estrangeira. Uma empresa ao vender um bem ao exterior receberá em dólares, entrando assim “moeda forte” no país. Outro ponto é quando as matrizes necessitam construir e/ou ampliar as “plantas industriais”.
Por convenção internacional do lado esquerdo temos o débito e do direito o crédito. Montante de créditos, ou seja, o volume de compra de moeda estrangeira deverá ser equivalente ao volume de venda de moeda estrangeira.
→ Balança de pagamentos – US$ BILHÕES
EX:
Balança de transações correntes:
Balanço Comercial : Importação 30.000 : Exportação 10.000
Saldo da B. Comercial (Déficit) (20.000)
Balanço de serviços:
Juros Pagos 30.000 : Fretes Pagos 30.000 : Fretes Recebidos 20.000
Saldo da B. De Serviços (déficit) ( 40.000)
Transferências Unilaterais: Residentes 20.000 : Não residentes 10.000
Saldo das Transferência Unilaterais (déficit) (10.000)
Balança de capitais:
IDE 10.000
Empréstimo Moeda estrangeira 10.000
Empréstimo FMI, BIRD 10.000
Saldo da B. De Capitais (superávit) (30.000)
Saldo da balança Pagamentos (déficit) (40.000)
Esse déficit deverá ser coberto através de
- Expansão Conta Turismo;
- Elevação ou aumento das exportações;
- Aumento do IDE(Investimento Direto Estrangeiro);
- Empréstimos de organismos internacionais (FMI, BIRD, BID);
- Utilização das reservas cambiais do país.
Economia com governo – formas financeiras de financiamento
O governo através da autoridade monetária pode expandir ou retirar a economia. Esse mecanismo é realizado através da política monetária. Em 1979, o Banco Central (BACEN) e a ANDIMA criaram SELIC ( Sistema Especial de Liquidação e Custódia)(TBC) com o objetivo de fornecer maior transferência das operações financeiras perante a comunidade financeira internacional.
P
Déficit público Emissões Títulos
G= Gastos; T=Tributos; ΔM= Variação da oferta de moeda; P= Nível geral de preços;
ΔB= Variação da oferta de títulos.
ΔB= Variação da oferta de títulos.
P
A) Emissões:
Neste momento o governo pretende expandir a economia. As taxas de juros tendem a tornarem-se menores e o volume de crédito se eleva. Com maior liquidez (dinheiro em circulação) a atividade econômica aumenta. Haverá recursos abundantes tanto para o setor público como para o privado. Neste sentido, o governo não irá competir por demanda de crédito (recursos) com o setor privado, não havendo a expulsão de investimento privados.
B) Títulos:
Neste momento o governo pretende retrair a economia os juros se elevam, o acesso ao crédito encarece, reduzindo-se a liquidez na economia. O montante de crédito será menor e o governo irá competir por demanda de crédito com o setor privado havendo a expulsão de investimentos privados produtivos.
Tributos: O governo utiliza os tributos para financiar a economia.
Tributos Diretos: é uma taxa não proporcional aos preços, são mais rígidos, mais inelásticos, são mais difíceis de serem transferidos aos preços. EX.: IRPJ, IRPF.
Tributos Indiretos: é uma taxa proporcional aos preços, são mais fáceis de serem transferidos os preços, são mais elásticos, menos inelásticos, tornando-se menos rígidos. EX.: IPI, ICMS, ISS.
Elevação dos tributos como forma de financiar o déficit público:
Se os tributos se elevam, t ↑ , a propensão a consumir dos capitalistas tende a cair CLâ-, consequentemente cai a renda agregada, Yaâ, cai a demanda agregada, Daâ e a economia passa do ponto A para o ponto B.
Se o governo continua a subir os tributos, tá, haverá a elevação dos preço, Pá, reduzindo o salário real (w/p)â, consequente queda da renda agregada, Yaâ, da demanda agregada, Daâ e do consumo salarial Cwâ. A economia passará do ponto B para o ponto C.
Massa de Lucros na Economia:
O Lucro macroeconômico fundamenta-se através de:
L= C+I+ (G-T) + (X-M) +Sdw
A massa de lucro depende do consumo das famílias, do investimento privado, do déficit público, do superávit da balança comercial e da despoupança da classe trabalhadora.
a) Cá Yaá . Lá . Wá . Cwá
Daá P
b) Iá Yaá . Lá . Wá
Daá P
c) G – T > O. : G > T Déficit Público
d)X – M > O . : X >M Superávit Comercial
O sistema capitalista depende do déficit público e do superávit da balança comercial para o lucro macroeconômico. Caso contrário dependeria do consumo e de seu próprio investimento. O déficit público e o superávit comercial financiam o sistema capitalista. Déficit público significa priorizar o setor privado em detrimento do setor público.
Inflação: Conceito
É o desequilíbrio dos preços relativos. É o crescimento contínuo e sistemático dos preços.
É o desequilíbrio dos preços relativos. É o crescimento contínuo e sistemático dos preços.
1) Medidas da Inflação.
Existem diversos índices que medem o processo inflacionário.
Os mais relevantes são:
A) IPC: Índice de preço ao consumidor. Medido pela FIPE-USP.
B) INPC: Índice geral de preços ao consumidor. Medido pelo IBGE.
C) IGPM: Índice geral de preços ao mercado. Medido pelo FGV.
D) DIEESE: Departamento intersindical de estudos estatísticos e socioeconômicos. Medidos pelos órgãos sindicais.
Existem diversos índices que medem o processo inflacionário.
Os mais relevantes são:
A) IPC: Índice de preço ao consumidor. Medido pela FIPE-USP.
B) INPC: Índice geral de preços ao consumidor. Medido pelo IBGE.
C) IGPM: Índice geral de preços ao mercado. Medido pelo FGV.
D) DIEESE: Departamento intersindical de estudos estatísticos e socioeconômicos. Medidos pelos órgãos sindicais.
2) Formas tipológicas de inflação
Existem duas escolas de pousamento econômico (conceito) que embasam a teoria:
A) Inflação de Demanda
Neste modelo a capacidade de oferta não responde a elevação da demanda. A demanda cresce a frente da oferta.
Existem duas escolas de pousamento econômico (conceito) que embasam a teoria:
A) Inflação de Demanda
Neste modelo a capacidade de oferta não responde a elevação da demanda. A demanda cresce a frente da oferta.
B) Inflação Inercial (custos)
Quando há elevação por exemplo do dólar e a conseqüente desvalorização da moeda local.Outro fator é quando os agentes econômicos embatem nos preços presentes expectativas de inflação tutora, criando assim uma inercialidade na inflação, tornando-se autônoma.
Quando há elevação por exemplo do dólar e a conseqüente desvalorização da moeda local.Outro fator é quando os agentes econômicos embatem nos preços presentes expectativas de inflação tutora, criando assim uma inercialidade na inflação, tornando-se autônoma.
3) Taxa da Inflação
W P P
W P P
Taxa da Inflação Inflação Presente Inflação Passada
Se: h=0: considera-se a inflação passada
h=1: considera-se a inflação presente
4) Inflação: Fatores Influentes
A) Fator Mantenedor:
A indexação dos preços em uma economia. A correção monetária
A indexação dos preços em uma economia. A correção monetária
B) Fator Acelerador:
Desvalorização real da moeda. Elevação dos preços dos produtos importados. Elevação das alíquotas de importação. Aumento do salário real acima da produtividade.
Desvalorização real da moeda. Elevação dos preços dos produtos importados. Elevação das alíquotas de importação. Aumento do salário real acima da produtividade.
C) Fator Sancionador:
Ascensão do déficit público. Expansão da base monetária.
Ascensão do déficit público. Expansão da base monetária.
Ciclos Econômicos: Conceito
São alterações que se processam com o nível e o crescimento da renda no longo prazo.Os ciclos econômicos são intrusivos ao sistema capitalista.Subdivide-se em quatro fazes: recuperação,crescimento,recessão e depressão.
São alterações que se processam com o nível e o crescimento da renda no longo prazo.Os ciclos econômicos são intrusivos ao sistema capitalista.Subdivide-se em quatro fazes: recuperação,crescimento,recessão e depressão.
A)Recuperação:
Nesta fase os investimentos crescem de maneira contínua.A economia entra em um efeito multiplicador positivo.O acesso é elevado e os investimentos a posteriori são maiores que o anteriori.
Nesta fase os investimentos crescem de maneira contínua.A economia entra em um efeito multiplicador positivo.O acesso é elevado e os investimentos a posteriori são maiores que o anteriori.
B)Crescimento:
Nesta fase a economia continua em expansão , todavia o crescimento será a taxa decrescente.O investimento a posteriori será menor que o anteriori
Nesta fase a economia continua em expansão , todavia o crescimento será a taxa decrescente.O investimento a posteriori será menor que o anteriori